O Homem que Desenhava Mortos
San Francisco, início dos anos 1970.
Sob a neblina da cidade, homens desaparecem sem deixar vestígios. Corpos são encontrados tarde demais, investigações terminam cedo demais e certos nomes parecem destinados ao esquecimento. Para a polícia, muitos daqueles casos pertencem apenas às sombras da noite. Mortos pequenos. Vidas descartáveis.
Gabriel Varella, um professor brasileiro vivendo entre o exílio e a solidão, acaba envolvido nesse universo ao cruzar o caminho do Blue Lantern, um bar decadente frequentado por músicos, sobreviventes, jornalistas, policiais cansados e homens que aprenderam a existir à margem da cidade oficial.
Mas tudo muda quando surge Elliot Crane — um artista enigmático e perturbador que desenha rostos de homens mortos antes mesmo que suas histórias sejam conhecidas.
À medida que Gabriel mergulha nos arquivos esquecidos de San Francisco, o romance revela uma rede de silêncio envolvendo violência, desejo, poder e instituições que transformaram desaparecimentos em rotina conveniente. Entre bares esfumaçados, cartas ocultas, músicas atravessadas pela madrugada e memórias que insistem em sobreviver, O Homem que Desenhava Mortos constrói uma narrativa noir profundamente humana sobre culpa, memória e apagamento.
Mais do que descobrir quem matou, este romance pergunta:
quem teve o direito de ser lembrado?
Sombrio, elegante e emocionalmente devastador, O Homem que Desenhava Mortos é um thriller literário sobre os nomes que a cidade tentou apagar — e sobre aqueles que decidiram não deixá-los desaparecer outra vez.
Sinopse
Quando a Sra. Louise Mallard, uma mulher que sofre de problemas cardíacos, recebe a trágica notícia de que seu marido faleceu em um desastre de trem, sua reação inicial é de profundo luto. No entanto, ao se isolar em seu quarto para processar a perda, uma revelação inesperada e avassaladora toma conta de sua mente. Em vez de uma tristeza esmagadora, ela é subitamente preenchida por uma inebriante sensação de liberdade e pela perspectiva de um futuro onde viverá apenas para si mesma.
Escrito em 1894, A História de uma Hora é um conto brilhante e à frente de seu tempo. A obra explora as amarras invisíveis do casamento, o anseio humano por independência e as reviravoltas irônicas do destino, culminando em um dos finais mais impactantes e discutidos da literatura clássica americana.
Nota de Edição e Direitos Autorais
Esta é uma obra em domínio público, idealizada e escrita originalmente por Kate Chopin no ano de 1894. A presente edição trata-se de uma tradução independente do texto original em inglês. Todos os créditos criativos, de enredo e de personagens pertencem exclusivamente à autora original. A publicação desta versão traduzida tem como único objetivo celebrar a obra e democratizar o acesso a este grande clássico da literatura.
Tudo começa com um caso simples. Um cliente, algumas pistas e uma rotina já conhecida. Mas, conforme as peças começam a se encaixar, algo não bate. Pequenos detalhes se tornam estranhos demais para serem ignorados, e o que parecia apenas mais um trabalho passa a revelar um lado oculto da realidade. Um lado que talvez devesse continuar escondido.
Ana começa a perceber que alguém a observa desde sempre. Passos, sombras e símbolos misteriosos se entrelaçam em sua vida, revelando segredos que sua mãe guardou por anos. Entre o medo e a descoberta, cada pista a aproxima de uma verdade que pode mudar tudo — mas ninguém sabe o que vai acontecer quando o passado finalmente se revelar
No conto ‘’A verdade sobre o Natal’’ mostra que o Papai Noel realmente existe. E
essa história prova isso pra você. José e Maria eram irmãos e moravam com sua mãe em uma
pequena casa em São Paulo. Apesar de estarem passando por uma perda familiar, mais
especificamente, o falecimento de seu pai, a mãe faz de tudo para que seus filhos José e
Maria possam ter um natal agradável e mágico! A mãe sai para trabalhar na noite de natal,
deixando as crianças sozinhas em casa, mas José que era um rapaz mimado e carrancudo, não
queria ficar em casa sem fazer nada e queria sair para uma ceia na casa de uma amiga, mas
sua mãe não havia deixado, pois ele tinha que cuidar de sua irmã. Maria que era uma criança
alegre, decide então que naquela noite de natal ela iria ver o Papai Noel! Seu irmão a chamou
para fazerem uns biscoitos e os colocarem debaixo da árvore para esperarem o Bom velhinho,
o que José não esperava, era que realmente o Papai Noel existia e ele aparecera naquela noite
na sala de sua casa! Ao ir embora, o Noel esquece seu saco de presentes, mas o que as
crianças não sabiam, é que ele era mágico! Maria muito curiosa, decide olhar dentro do saco
de presentes e é sugada para dentro dele, José logo vai atrás para procurar por sua irmã.
Dentro do saco de presentes do Papai Noel eles vivem lembranças e desejos, até mesmo veem
seu pai. Ao passar por todas essas coisas, José reencontra sua irmã e o Papai Noel que os leva
de volta para sua sala. A mãe chega do trabalho e José é o primeiro a dar um abraço nela, pois
naquela noite ele percebeu que o melhor presente que ele poderia ter era sua família, que
mesmo sem o pai presente, sua mãe e irmã ainda estavam ali e faziam tudo valer a pena.
Este livro convida o leitor a uma jornada
introspectiva para questionar a própria natureza da
realidade. Ao explorar as ideias de filósofos como Platão,
Descartes e contemporâneos como Elon Musk, a obra
revela como nossa percepção da realidade é moldada por
fatores como cultura, conhecimento e experiências
individuais.
Através de uma análise profunda, o autor
demonstra como a realidade é construída a partir de
nossas crenças, preconceitos e sensações, desafiando a
noção de uma verdade absoluta. A obra explora conceitos
como o mundo das ideias platônico, o racionalismo
cartesiano e os avanços da inteligência artificial, para
ilustrar a complexidade e a fluidez da realidade.
ISBN 979-8-2245-1076-4
Inês, a sherlocka da Mooca, é a protagonista deste conto policial intitulado "O Código da Mooca", uma adaptação da obra de Arthur Conan Doyle, "The Adventure of the Dancing Men", publicada em 1903 e agora em domínio público, Acompanhada por sua confidente, Sofia, Inês desvenda um intricado quebra-cabeça envolvendo bilhetes cifrados e um mistério que assombra o bairro da Lapa. Cada passo de Inês revela uma nova pista, cada suspeita desenterra um segredo e cada página virada aproxima os leitores da verdade oculta por trás do enigmático "O Código da Mooca".